Escancarando de Vez
Tem certas coisas que são muito perigosas
<ele quer dizer que encontrar alguém, sentir um negócio estranho, umas fraquezas nas pernas...
é um perigo, ele tem razão>
Situações um tanto quanto escandalosas
Mas sempre vale a pena até correr o risco
A vida é pra viver
<é para se jogar e tentar as coisas sem medo>
Se de repente a gente encontra alguém na rua
Pode acabar até envergonhando a lua Num desses lances muito loucos que acabam num quarto de motel
E as vezes basta a porta aberta do banheiro
Uma tremenda brincadeira no chuveiro
<essa parte é uma esculhambação, acabou de conhecer e já levou para o motel? Ave Maria...>
E as vezes basta uma pergunta embaraçosa Pra gente confessar
Quem é que nunca recebeu uma cantada
Quem é que nunca respondeu no mesmo tom
Quem é que nunca recebeu um bilhetinho
Das mãos de um garçom
<eu nunca recebi, mas já mandei vários para a mesma mulher, claro>
Eu e você assim
ao som de um bolero
Pra Lá, Pra Cá, do jeito que eu quero
Vem Cá, Me Dá,
que eu sei aonde vai chegar
Se o corpo quer
Assim, assim coladinho
Pra Lá, Pra Cá, do nosso jeitinho
Me tráz, me faz, me roça e deixe acontecer
E o que me importa o que eles vão pensar de mim
Eu quero mais comer o fruto até o fim
Eu e você, a dois, a três escancarando de Vez
Pra Lá, Pra Cá, do nosso jeitinho
Me tráz, me faz, me roça e deixe acontecer
E o que me importa o que eles vão pensar de mim
Eu quero mais comer o fruto até o fim
Eu e você, a dois, a três escancarando de Vez
<ele quer dizer que se sentir vontade de fazer os negocios ele vai fazer sem medo de ser feliz, eu não penso assim, mas não condeno também>
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